QuiteJá e Infobip: a cobrança em uma experiência mais simples, transparente e humana
Como a QuiteJá usa comunicação conversacional, automação e inteligência para modernizar a cobrança no Brasil
O mercado de cobrança no Brasil sempre foi marcado por modelos tradicionais, processos complexos e experiências pouco amigáveis para quem está do outro lado da negociação. Nos últimos anos, porém, esse cenário começou a mudar. A digitalização abriu espaço para novas abordagens, mais transparentes, eficientes e centradas nas pessoas.
É nesse contexto que a QuiteJá construiu sua trajetória. Conversamos com Luiz Fernando Marchiori, Head de Negócios e Estratégia da QuiteJá, sobre como a empresa vem transformando a cobrança em um processo mais simples, acessível e alinhado às expectativas do consumidor digital.
Simplificar a cobrança para aproximar pessoas e credores
A QuiteJá nasceu com um propósito claro: facilitar a vida de quem está em um momento delicado de cobrança, sem criar barreiras adicionais entre cliente e credor.
A cobrança precisa ser simples, transparente e informativa. Ela não pode afastar o cliente do credor. Pelo contrário, deve facilitar uma retomada saudável da relação
Luiz Fernando Marchiori
Head de Negócios e Estratégia da QuiteJá
Desde o início, a empresa buscou ir além do ato de cobrar. Educação financeira, clareza nas informações e jornadas digitais simples passaram a fazer parte da proposta de valor, tornando a renegociação mais acessível para os brasileiros.
Da digitalização à inteligência: a evolução do mercado de cobrança
A digitalização da cobrança é um fenômeno relativamente recente quando observada em perspectiva histórica. Nos últimos dez anos, o setor passou por uma aceleração importante, com o surgimento de empresas nativas digitais e a migração de modelos tradicionais para ambientes digitais.
Para a QuiteJá, que já nasceu digital, o desafio atual vai além da automação básica.
O nosso foco hoje é usar inteligência artificial para tornar a experiência mais fluida, rápida e segura, tanto para o cliente quanto para os nossos parceiros
Luiz Fernando Marchiori
Head de Negócios e Estratégia da QuiteJá
A IA passa a atuar como um elemento-chave para aumentar eficiência, reduzir fricções e adaptar a jornada ao contexto de cada pessoa.
WhatsApp como principal canal de negociação em escala
Dentro dessa estratégia, os canais conversacionais assumem um papel central. Ao longo de 2025, o WhatsApp se consolidou como o canal mais efetivo para a QuiteJá.
Hoje, mais da metade de tudo o que negociamos tem origem no WhatsApp. Foi um crescimento muito significativo em um curto espaço de tempo.
Luiz Fernando Marchiori
Head de Negócios e Estratégia da QuiteJá
A preferência dos usuários pelo canal, combinada com a possibilidade de oferecer uma experiência mais direta e acessível, contribuiu para escalar resultados sem perder eficiência.
Uma parceria construída sobre eficiência, segurança e escala
A relação entre a QuiteJá e a Infobip começou há anos, inicialmente com SMS, e evoluiu conforme a estratégia de canais da empresa amadureceu.
Quando decidimos diversificar canais além do SMS e do e-mail, buscamos quem era referência no mercado. A Infobip foi muito bem recomendada e essa parceria vem dando muito certo.
Luiz Fernando Marchiori
Head de Negócios e Estratégia da QuiteJá
Além da viabilização técnica dos canais, o suporte, a segurança e a capacidade de escalar operações foram fatores decisivos para o crescimento conjunto.
IA, humanos e o futuro da cobrança conversacional
Mesmo com o avanço da automação e da inteligência artificial, a QuiteJá entende que o equilíbrio entre tecnologia e atendimento humano continuará sendo essencial. A IA representa uma transformação tão relevante quanto foi o início da digitalização no setor de cobrança, ao permitir que as negociações aconteçam no canal mais adequado para cada cliente, no momento certo e com menos fricção.
Nesse contexto, a tecnologia passa a atuar como facilitadora da jornada, ajudando a adaptar a comunicação ao perfil, ao contexto e às necessidades individuais, sem impor caminhos rígidos ou experiências engessadas.
Inovação como síntese da parceria
Ao resumir a parceria com a Infobip em uma palavra, Luiz Fernando não hesita: inovação.
É impressionante ver o quanto vocês inovam em comunicação e como isso pode transformar não só o mercado de cobrança, mas vários outros segmentos no Brasil.
Luiz Fernando Marchiori
Head de Negócios e Estratégia da QuiteJá
A experiência da QuiteJá mostra que, mesmo em setores tradicionalmente complexos, é possível criar jornadas mais humanas, eficientes e transparentes. Quando comunicação, tecnologia e estratégia caminham juntas, a cobrança deixa de ser um obstáculo e passa a ser uma oportunidade de reconexão.