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Pagamentos digitais: como vencer o desafio de oferecer segurança para compras online?

Pagamentos digitais: como vencer o desafio de oferecer segurança para compras online?

Formas de pagamento digital estão cada vez mais comuns e, com elas, vem um grande medo de fraudes digitais. Saiba como você pode proteger seus clientes neste cenário!

As empresas de hoje têm a responsabilidade de proteger os dados dos seus clientes, respeitando sua privacidade e garantindo a máxima segurança de suas transações. E isso é especialmente crítico agora que os dados das pessoas circulam tão livremente pelas plataformas virtuais e que, infelizmente, são constantemente alvos de cibercriminosos.

Portanto, entender a fundo quais são as melhores práticas em termos de segurança cibernética será a cereja no bolo do seu negócio – e o diferencial que garantirá que seus clientes fiquem satisfeitos com a sua empresa e retornem confiantes.

O que são pagamentos digitais?

Pagamentos digitais são todas as transações financeiras realizadas por meio de alguma plataforma online. Para que ele seja concretizado é necessário que tanto a empresa quanto o consumidor tenham plataformas financeiras que consigam conversar e trocar dados em tempo real.

A implementação de formas de pagamento digital começaram em 1998, com as carteiras digitais criadas pelo PayPal, que à época tinha como um dos diretores o empreendedor Elon Musk.

É bom lembrar que os pagamentos digitais não são utilizados apenas em compras online – apesar de esse ser um grande mercado deste tipo de solução. Por exemplo, um pagamento por carteira digital em uma maquininha em uma padaria é considerado um pagamento digital.

As principais formas de pagamentos digitais hoje são:

  • Cartão de crédito e débito: esses dois métodos combinados são responsáveis por 41,5% de todo o valor movimentado no Brasil, de acordo com um levantamento da Distrito;
  • Débito automático: mais utilizada por empresas que tem modelos de negócio recorrente;
  • Boleto bancário: este meio de pagamento pode ou não ser digital. Se ele for pago através de um aplicativo de banco no smartphone, ele pode ser considerado digital, sim.
  • PIX;
  • Carteiras digitais: também conhecidas como e-wallets, elass são a modalidade que está se destacando na atualidade. Elas armazenam toda as informações em um celular e fazem o pagamento via aproximação ou através de uma senha. Alguns exemplos são MercadoPago, PagSeguro, ApplePay, PayPal, GooglePay etc.
  • Link de pagamento: é uma boa opção para cobranças porque permite um envio rápido de um link por meios digitais como WhatsApp ou e-mail;
  • QR Code;

Quais são as formas de pagamento mais usados nas compras online no Brasil?

Você sabia que, hoje, 33% dos consumidores brasileiros adotam algum tipo de pagamento digital inovador, como carteiras digitais ou PIX para fazer suas compras online?

Ou seja, sair do básico e oferecer os métodos de pagamento que sejam mais convenientes para seus usuários permitirá que sua empresa atraia e retenha mais clientes de todas as idades e preferências.


Fonte: Pesquisa IDC

Não é tanto uma questão de ter todos os pagamentos disponíveis para que seus consumidores. É entender quais são os mais relevantes e/ou demandados por eles. Por exemplo, os seus consumidores são pessoas que teriam vantagem se você fornecesse a possibilidade de pagamento com criptomoedas? Ou com a colocação de uma compra recorrente no cartão de crédito?

Segundo uma pesquisa da IDC, a pedido da Infobip, 29,4% dos consumidores brasileiros ainda se sentem inibidos de comprar online porque consideram que os métodos de pagamento disponibilizados pelas lojas não atendem às suas necessidades. São muitas oportunidades de negócios desperdiçadas, não acha? Afinal, um cliente que abandonou o carrinho por essa razão tem muito menos chances de retornar do que um que simplemente se deparou com uma falta no estoque ou um preço não tão competitivo.

O que minha marca ganha investindo em segurança para pagamentos digitais?

Investir na proteção de dados dos clientes não é algo apenas regulatório, é também incrivelmente desejado pelos usuários. Para comprovar esta afirmação, basta ver os números trazidos pelo mesmo estudo da IDC citado anteriormente:

  • Recompra: 48% dos consumidores indicaram que a confiança em uma loja é um dos principas motivos que as motivam a comprar ou recomprar de uma marca.
  • Vantagem competitiva: a IDC prevê que, até 2023, as empresas que se destacarem em empatia e segurança de dados superarão em 40% as que não o fizerem.

Além disso, quando perguntados quais eram os fatores que os inibiam de comprar digitalmente, esmagadores 70% dos usuários afirmaram que era o medo de fraudes.. Fornecer dados pessoais (43,1%) também foi mencionado na pesquisa.

Fonte: Pesquisa IDC “Impactos Tecnológicos no Varejo”.

Melhores práticas para garantir a segurança durante uma compra com pagamento digital

Como já mencionamos, parte da transformação digital das empresas – que foi significativamente acelerada pela Covid-19 – implica na responsabilidade de adotar novos e melhores sistemas de segurança e gestão de risco, bem como medidas que possam prevenir fraudes.

  • Autenticação em dois fatores (2FA)

A autenticação em dois fatores (2FA) será sua aliada na hora de reforçar a segurança de seus processos – de ponta a ponta. Isso porque, ao poder verificar a identidade de seus usuários, você garantirá que eles são realmente quem dizem ser e não outra pessoa fazendo uma compra em seu lugar ou até aplicando um golpe.

Muitas vezes não estamos cientes disso, mas ao realizar uma tarefa simples como digitar uma senha dinâmica ou um PIN de uso único para usar nosso cartão de débito virtual, estamos fazendo uso deste tipo de autenticação.

Segundo a Verizon, até 80% das fraudes cibernéticas poderiam ser evitar com o simples uso de 2FA – seja por dinâmicas como confirmação adicional por SMS ou e-mail até PINs rotativos e únicos.

  • Impressão digital, reconhecimento facial ou ocular

Os dados biométricos são outra maneira segura de autenticar que a pessoa que está realizando os pagamentos digitais é realmente o proprietário da conta em questão. De fato, muitos aplicativos bancários e carteiras digitais já contam com o uso de reconhecimento de impressão digital ou facial no local onde tradicionalmente deveria-se colocar uma senha.

Claramente, essa abordagem vai um passo além do simples uso de senhas facilmente quebráveis. Por quê? Porque esse é um sistema de segurança baseado em “quem você é” e não “no que você se lembra”.

Esse método de segurança é tão interessante que, segundo a Juniper Research, é estimado que até 2023 a biometria móvel será responsável por verificar U$2 trilhões em transações de pagametno remoto em lojas de todo o mundo.

Da mesma forma, características biométricas, como a íris do olho, as palmas das mãos, reconhecimento de voz e muito mais serão nossos aliados na hora de otimizar a cibersegurança dos nossos portais virtuais (marketplaces, e-commercers, apps, etc).

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Mobile World Congress (MWC)

A Infobip foi convidada para participar do MWC e discutir um pouco mais sobre o cenário atual de pagamentos digitais. Se você quer assistir ao painel ou saber mais sobre o evento, clique no botão abaixo.