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Sua empresa está preparada para a Geração Alpha?

Sua empresa está preparada para a Geração Alpha?

Os negócios precisam estar prontos para a primeira geração verdadeira digital: os Alpha. Conheça o que está por vir e prepare-se!

Os membros mais antigos da Geração Alpha tem 11 anos de idade hoje. E, muito provavelmente, eles podem te vencer em qualquer partida de videogame, em qualquer dispositivo, e conseguem encontrar informações online mais rápido – e vão, infelizmente, confiar mais na internet do que no que você diz.

Considerando que eles são a primeira geração completamente digital, isso já era até esperado – afinal, o Youtube foi lançado em 2005, o iPad em 2010 e a própria Alexa é quase contemporânea deles com seu primeiro modelo chegando às lojas em 2014. Ou seja, muitas das tecnologias que moldam a forma como nos comunicamos e interagimos hoje já eram existentes quando essa geração nasceu e eles nunca vão conhecer um mundo sem elas.

Da mesma forma como desenvolvemos relacionamentos com nossa família e amigos diariamente, esse grupo cresceu acostumado a interagir com tecnologia em todas as esferas de suas vidas e desde uma idade muito pequena.

Então, quem é a Geração Alpha?

O pesquisador social australiano, Mark McCrindle, cunhou o termo “Geração Alpha” em 2005. Ele definiu essa geração como os nascidos depois 2010.

E o que realmente separa essa geração das anteriores e também fortemente digitais (como os Millennials e Geração Z) é que esse é o primeiro grupo realmente imersivo digital, que nasceram em um ambiente já dominado por smartphones, tablets e outros aparelhos digitais.

Uma pesquisa realizada pela Infobip mostrou que a Geração Alpha começou a falar com seus smart devices aos 6 anos de idade, e que eles conseguiam usar um tablet quando tinham apenas 4 anos. Inclusive, 61% deles já possuem seus próprios tablets e 49% um smartphone.

Pense desta forma: se você quer corrigir qualquer comportamento de um Alpha, você terá mais sucesso ao tirar os dispositivos dele por algum tempo do que o tradicional castigo de “ficar no quarto”. Na verdade, muitos provavelmente preferem ficar em seus quartos porque isso envolve estar conectado a seus dispositivos e aos seus pares com privacidade.

De acordo com a nossa pesquisa, 46% das crianças entre 6 e 11 anos têm uma conta ativa em uma rede social, apesar de a maioria delas ter uma restrição de idade para criação de conta, e 32% curtem, rolam o feed e mandam mensagens diariamente em seus smartphones.

Em relação aos meios mais populares para se manter em contato com amigos e família, mais de um terço das crianças entre 6 e 11 anos pesquisadas estão no WhatsApp – com impressionantes 73% das crianças de 11 anos já tendo bastante familiaridade com o canal. O SMS, por incrível que pareça, não está muito atrás, com quase um terço da Geração Alpha (29%) ainda usando esse tradicional canal de mensagens e o outro terço preferindo o FaceTime.

O que tudo isso significa?

Essa geração opera em múltiplos canais e em múltiplos dispositivos simultaneamente. Eles são a primeira geração realmente omnichannel e conectada.

Segundo a professora da Escola de Piscologia Cognitiva da Universidade de Lausanne, Catherine Thevenot, independente de onde moram, essas crianças dependem das ferramentas digitais para apender e brincar, o que influencia a maneira como eles se desenvolvem e veem o mundo ao redor delas. Ela afirma que a partir dos 18 meses, as crianças já conseguem diferenciar um robô de um humano.

Enquanto a intenção dos adultos é guiar as crianças para que eles usem as ferramentas digitais de forma mais positiva e segura possível – tanto em casa quanto nas salas de aula – marcas e influenciadores devem levar em consideração como eles podem fazer uma curadoria de experiências digitais que irá agregar para essa geração no futuro, como funcionários e cidadãos. É uma questão de encontrar o equilíbrio ideal entre as atividades virtuais e a vida real.”

Catherine Thevenot, Professora na Escola de Piscologia Cognitiva da Universidade de Lausanne

Diferentemente de outras gerações, os Alpha nasceram em um mundo digital – e isso terá um impacto sem precedentes em seu desenvolvimento, psicologia e na maneira como eles veem e entendem o mundo. Além disso, a pandemia da Covid-19 apenas reforça e aumenta e dependência dessa geração dos equipamentos e comunicações digitais.

O que isso significa em termos da participação da Geração Alpha na sociedade, apenas o tempo pode dizer. Mas uma coisa já é clara: essa geração é fortemente baseada nas experiências e terá expectativas mais altas em como a tecnologia pode ser útil para eles.

E se os negócios não estiverem preparados (com tecnologias em nuvem, omnicanais, e com o foco na criação de experiências interativas e imersivas) eles não vão apenas perder clientes. Eles vão deixar uma geração inteira passar despercebida por eles e nem notar.

Se preparando para os consumidores de 2030

Quando se pensa na captura da atenção da Geração Alpha, você não deveria pensar apenas nos seus gostos e preferências. Engajar Alphas é mais um desafio tecnológico do que um geracional.

A transformação digital se tornou uma obrigatoriedade para todos os tipos de negócios – e ter as ferramentas e os canais certos ao seu lado será essencial para que você consiga fazer sua empresa crescer e se manter relevante nas próximas décadas.

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